Marcado: hamburguer

Kharina e o novo cardápio

Nos meus tempos de infância (há uns 10 anos), o Kharina era um ótimo lugar pra se fazer um lanche: preço bom, ambiente idem, comida gostosa e um cardápio tradicionalmente americano. Acontece que, com o passar do tempo, foram surgindo outras lanchonetes com o cardápio melhor, ambiente mais agradável e com o preço não muito diferente (não que esses lugares sejam baratos, mas é que o preço do Kharina aumentou ao longo do tempo). Resultado: não que a comida fosse ruim, mas simplesmente não compensava mais comer ali se logo ao lado tinha uma opção melhor.

Antes tarde do que nunca, a reformulação do lugar e do cardápio deu uma nova identidade ao lugar que já estava meio caído. Como boa gordinha, não pude deixar de ir conhecer o novo Kharina para saber se foi uma boa mudança ou não. É impossível chegar e não perceber a alteração: todas as mesas foram trocadas, uma espécie de madeira está em todo canto da lanchonete e até o público mudou, de um pessoal mais simples para os “nariz-em-pé” do Batel. O lugar está mais bonito, sem dúvidas.

O cardápio se divide em duas partes: o novo, com sanduíches mais “gourmet” (odeio essa expressão, vide post sobre a Giotto), e o antigo, com os clássicos da lanchonete. As novidades do cardápio incluem porções de frango, de nachos, de batata frita com maionese especial do Kharina e sanduíches com aquele pão meio francês, estilo o do Madero. Já o antigo tem os hambúrgueres mais famosos e alguns sanduíches abertos.

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Eu optei pelo Kharina Cheddar Burger: pão “estilo Madero”, hambúrguer, creme de queijo cheddar, cebola caramelizada e bacon. O bacon é bem fritinho, crocante e saboroso. O cheddar é mais suave que o tradicional, lembra aqueles que vende no mercado junto com o requeijão, com a cor mais clara que o laranja berrante. O destaque ficou por conta da maionese especial com a batata frita, uma delícia!

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 Já o André escolheu um bem tradicional, o Hard Rock: pão “estilo Madero”, hambúrguer, queijo, alface, tomate e cebola crua. Ele é gostoso, mas por ser um sabor clássico ele não tem nada de extraordinário.

hardrock

Pedimos pra tomar um suco e um chopp (que vem meio congelado). No total, 26 dilmas por pessoa, um preço justo para um ambiente que recuperou sua dignidade.

Serviço 
Kharina
Rua Benjamin Lins, 851, Batel – Curitiba – PR
(41) 3029-1449
Segunda a sexta das 11h às 02h, sexta e sábado das 11h às 06h e domingo das 11h à 1h.

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Memphis Hamburgueria: rodízio de hambúrguer

No último final de semana fui ao Memphis Hamburgueria conhecer o rodízio de mini hambúrguer da casa, que acontece nas quintas, sextas e sábados. Além dos mais de 20 sabores, incluindo doces e vegetarianos, o rodízio também tem porções de mandioca, batata e polenta. O preço é bom: R$24,90.

Cheguei lá e fiquei um pouco decepcionada com o ambiente, parecia mais bonito por fora. Comecei com o hambúrguer de cheddar e depois experimentei o de frango com catupiry, pernil com barbecue e mais outros salgados que não vou me lembrar. Na hora de pedir a bebida foi difícil, já que os garçons aparecem muito pouco no espaço do salão em que eu estava.

O rodízio é bom, mas os sanduíches não chegam tão quentinhos e, por serem mini, não conseguem ser tão gostosos quanto um hambúrguer grandão. As porções são boas, mas são muito gordurosas. No tempo em que fiquei lá não veio nenhuma opção vegetariana, e os hambúrgueres doces são uma delícia! Tem um de morango com chocolate que tem um pão cor-de-rosa muito gostoso.

Hambúrguer com recheio de brigadeiro.

Hambúrguer com recheio de brigadeiro.

O rodízio vale a pena para quem tem o apetite grande, preza mais pela quantidade e gosta de variedade, mas confesso que bateu uma invejinha quando passava algum hambúrguer grande perto da mesa (que eu nunca provei, preciso voltar lá). Recomendo também não tomar cerveja com o rodízio, já que a bebida acaba pesando muito no estômago.

Serviço
Memphis Hamburgueria
Rua Brigadeiro Franco 1765- Batel, Curitiba – PR
(41) 3014-3002
De segunda à sexta das 11h30 às 23h e sábado das 17h30 às 23h

Hot Pocket Extreme

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Nem sou muito fã desses sanduíches congelados (e acho difícil que alguém seja), mas na preguiça de fazer algo pra comer resolvi experimentar o Hot Pocket Extreme. É um sanduíche um pouco maior que um cheeseburger do McDonalds, feito com um generoso hamburguer com queijo e um “molho especial” que não consegui identificar o que era. Ao abrir a caixa já dá pra ver que parece bem melhor que um Hot Pocket normal. O gosto é bom, um hamburguer bem temperado com molho e um queijo razoavelmente bom. O único ponto negativo é o pão, que mais parece uma borracha do que algo comestível.

Conclusão: nem tão decepcionante como um Hot Pocket comum, nem tão Extreme e suculento como sugere a embalagem. Num caso de extrema preguiça ou falta de opção, dá pro gasto.

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R$ 5,00 (2 reais a mais que o Hot Pocket tradicional)

Peggy Sue Diner: 1º Festival do Hambúrguer

No início do mês o Grupo Taco lançou uma iniciativa bem criativa para atiçar a vontade dos clientes: o 1º Festival do Hambúrguer, que oferece cinco sabores novos (Chilli Burger, Tex Mex Burger, Monster Burger, Catupiry Burger e Balsamic Burger) no Peggy Sue e no Mustang Sally até o dia 04 de agosto. Os votos nas redes sociais vão definir os “vencedores” que irão entrar no cardápio.

Decidimos participar do festival no Peggy Sue. Chegamos perto das 19h e estava razoavelmente cheio, mas quase todos os lugares vagos estavam reservados e acabamos ficando em uma mesa no meio do restaurante. Resultado: um monte de gente passando muito perto da mesa e alguns garçons parados, quase que ouvindo nossa conversa.

Para comer, eu pedi um Chilli Burger e o André pediu um Catupiry Burger. Como ainda estava no horário de happy hour pudemos aproveitar dois chopps pelo preço de um.

Chilli burger

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Hambúrguer de fraldinha, maionese, tirinhas de tortilha de milho e carne de chilli dentro do pão, acompanhado de uma porção de totopos, cheddar, guacamole e sour cream. Quando o meu pedido chegou, o cheddar tinha sido substituído por pico de gallo, mas eu pedi para o garçom fazer a troca e ele trouxe uma mega porção de cheddar sem custo adicional para a minha alegria. O sanduíche é muito bom, mas a falta de queijo deixou ele um pouco seco. O gosto é bem parecido com a porção de nachos, o que resulta em uma comida não tão gostosa como um hambúrguer, mas também não tão gostosa igual nachos. No Peggy Sue tem opções mais gostosas por um preço melhor (esse custou 26 dilmas).

Catupiry burger

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Pão, hambúrguer de fraldinha, bacon, catupiry, batata palha e rúcula acompanhados de uma porção (bem pequena) de batata rústica com cebola. O catupiry usado é muito melhor do que a média e vem bastante dentro do pão, deixando o sanduíche bem saboroso. O bacon também ajuda a dar um gostinho a mais e a batata palha não faz muita diferença no sabor. A batata rústica também não deixa a desejar. O único problema é a questão custo-benefício: 31 reais por um sanduíche que não sustenta tanto assim.

Outra coisa que incomodou muito durante a refeição foi a trilha escolhida: Radiohead sem parar por mais de uma hora. Além dos gemidos sofridos do Thom Yorke não combinarem muito com uma noite de sábado, achei um absurdo tocar a mesma banda por tanto tempo assim.

Saindo de lá, ouvimos o garçom explicando para uma cliente que agora não há mais a abertura para que as pessoas possam entrar no Sheridan’s pelo Peggy Sue. Uma pena, já que com essa decisão o bar perdeu um de seus grandes diferenciais (afinal, que outro lugar permite essa circulação livre entre dois bares?).

O festival do hambúrguer é uma opção para quem gosta de experimentar versões limitadas, mas o clássico cardápio do happy hour (pratos pela metade do preço até às 20h) ainda é a melhor escolha para quem quer comer bem e pagar um preço justo.

Serviço
Peggy Sue Diner
R. Bispo Dom José, 2295 – Batel, Curitiba – PR
(41) 3014-9615
Segunda a sábado a partir das 17h30. Domingo a partir das 17h.